Zé Albano na Casa das Beiras

A convite da casa das Beiras, o popular poeta celoricense José Albano Ferreira apresentou naquela instituição a sua 14.ª obra publicada, com o título de “Cem Sonetos”.

A convite da casa das Beiras, no dia catorze do corrente mês de outubro, o popular poeta celoricense José Albano Ferreira apresentou naquela instituição a sua 14.ª obra publicada, com o título de “Cem Sonetos”. Este figura que assina como Zé Albano, no seu seio poético é conhecido como “ O Bocage das Beiras”, dado o seu conhecido humor picante com que se identifica na poesia. A sua presença, alegrou aquela casa, onde vários amigos acompanharam e aplaudiram o poeta, tendo em linha de conta os cem sonetos que ali eram apresentados. Do erotismo à sátira, tudo ali se declamou para gaudio dos presentes.
O Presidente do Município Celoricense Eng.º José Monteiro, este presente, apresentando o autor como cidadão, já a apresentação do poeta esteve a cargo da poetisa Susana Custódio e a obra foi apresentada pelo conhecido jornalista e poeta Eugénio de Sá. Na mesa estava ainda o escritor Zé Albano, que agradeceu e fez rir a plateia bem composta de amigos, estando na presidência o poeta Julião Bernardes, figura de proa na Tertúlia poética “O rio da Prata.” Foi notória a presença de José Verdasca, presidente da Ordem Nacional de Escritores do Brasil, da qual o Zé Albano é membro efetivo. Este também a poetisa Maria Melo da Associação Portuguesa de Poetas de que também o Zé Albano faz parte.
De salientar a presença de duas figuras da Guarda, que embora não escrevendo poesia, são amigos pessoais do “Bocage das Beiras” desde o princípio da década de sessenta, quando entraram no Liceu Nacional da Guarda. Estamos a falar de Beatriz Manso, arquiteta na Câmara Municipal de Lisboa e de Júlio Calçada Barroco, economista natural do Penedo da Sé, da freguesia do Marmeleiro, que fez uma carreira plena de prestígio no Ministério da Agricultura, nomeadamente nos programas de desenvolvimento relacionados com a União Europeia.
Na parte final a pintora Bé Cabrita compôs um beberete, com produtos celoricenses que encantaram o sabor de todos quantos estiveram presentes numa casa bem composta.
Convém referir que este livro já tinha sido apresentado no Centro Cultural da Guarda, onde o Senhor Bispo da Diocese D. Manual Felício enalteceu o evento.