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SUMMARY:Obscuridade Sublime | Teatro
DESCRIPTION:O Centro Cultural de Celorico da Beira acolhe\, depois de três meses de residência artística neste palco\, no próximo dia 9 de abril\, pelas 21H30\, o espetáculo multidisciplinar “Obscuridade Sublime”\, uma produção da Coruja do Mato e Ponto Criação\, coprodução do Teatro Municipal da Guarda\, Teatro Académico de Gil Vicente e Teatro Cine de Gouveia\, cofinanciado pela República Portuguesa DG Artes. \nSinopse \nObscuridade Sublime \nCruzamentos Disciplinares/ Teatro/ Multimédia \nUm apagão coloca em causa a sobrevivência de todos os registos de imagem.\nNo escuro há quem procure uma réstia de luz\, o que ficou de um outro tempo\, e que em breve pode desaparecer. Da matéria\, dos lugares e da memória.\nHá uma transmissão à espera de chegar. \nHá movimentações e estratégias de ação. O tempo urge.\nVislumbres de imagens e som emergem aos poucos através das mãos e dos corpos de quem procura não esquecer e que acontece apesar dos que não querem recordar.\nUma arqueologia de luz e de sombras\, num resgate realizado a seis mãos\, que mergulha no início das imagens fixadas para empreender uma busca obstinada que anseia encontrar\, nos reflexos projetados\, indícios claros de verdade ou certeza. Mas o que restam são estilhaços.\nSerá a fonte de luz o oposto da escuridão? \nO Espetáculo cruza na sua construção\, desenvolvimento e apresentação\, linguagens que agregam a fotografia\, o filme\, o som e a experimentação visual\, explorando universos artísticos que oscilam entre o teatro\, a performance visual e sonora\, e a projeção multimédia.\nTem a sua génese na ideia de luz enquanto definidora de imagens\, e do início da imagem e da imagem em movimento como ponto de partida para um questionamento crítico sobre a realidade\, o que tomamos como certo\, e na forma como a história de ontem pode espelhar o hoje\, com as mesmas assimetrias\, riscos e discrepâncias.\nUsa a imagem como veículo para pensar o passado e questionar o presente\, numa escolha ponderada sobre o que decidimos conservar como memória\, história ou verdade. \nAssim\, partindo de uma recolha documental inicial em acervos e arquivos públicos de momentos definidores das sociedades e dos indivíduos\, foi construído um caminho visual\, sonoro e performático através de temas e imagens cuja atualidade permanece.\nMas até quando esses registos poderão ser recordados\, vistos ou legitimados? Quem decide? Quem questiona? Quem aceita?\nDe que forma construímos a história\, validamos factos e acontecimentos\, ou assimilamos memórias coletivas\, geradas através de imagens e da forma como elas nos são dadas a ver?\nUm questionamento crítico da sociedade que convoca à reflexão através de um paralelismo evidente com a atualidade dos tempos que vivemos.\nA experimentação performática\, visual\, fílmica\, sonora\, dramaturgia e texto\, foram assim criados a partir destas premissas conceptuais iniciais\, num processo criativo dinâmico e convergente numa linha estrutural comum\, que culminou num espetáculo forte\, sensorial e denso que convoca o espectador\, a olhar reflexivamente para o ontem para entrever o hoje e talvez imaginar um possível outro amanhã. \nFicha Técnica: \nDireção Artística Luisa Neves Soares\, Pedro Sousa Raposo\, Tiago Sami\nPereira | Interpretação Adriana Pais\, Catarina Flor\, Sara Aliácar\, Tiago Sami Pereira\nDramaturgia Joana Silva Ferrajão\, Luisa Neves Soares\, Pedro Sousa Raposo\nTexto e Narração Joana Silva Ferrajão\nEspaço Sonoro Tiago Sami Pereira\nEspaço Visual Luisa Neves Soares\, Pedro Sousa Raposo\nDireção de Produção Diana Caramelo\nAssistente de Produção Jeni Cardona\nProdução Ponto Criação e Coruja do Mato\nCo-Produção Teatro Municipal da Guarda\, Teatro Académico de Gil Vicente\, Teatro Cine de Gouveia\nCo-Financiamento República Portuguesa DG Artes\nApoio e Acolhimento Câmara Municipal de Celorico da Beira
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